Criação de grupo de trabalho irá estudar alternativas para redução do preço do gás natural em Santa Catarina

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APESC colocou-se à disposição para participar do grupo e discutir alternativas

Dando o pontapé inicial no ano, o presidente da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (APESC), Gerson Berti, participou na última semana de uma reunião com o governador Carlos Moisés, o coordenador da Frente Parlamentar do Gás, deputado estadual Luiz Fernando Vampiro, o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, o presidente da SCGás, William Anderson Lehmkuhl, o chefe da Casa Civil, Douglas Borba, o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, e empresários do setor cerâmico.

No encontro, intermediado pelo deputado Vampiro, Moisés determinou a criação de um grupo de trabalho para estudar alternativas que levem a uma redução do preço do gás natural em Santa Catarina. Segundo ele o gás natural é um insumo fundamental para a indústria do estado. “O barateamento da tarifa, em parceria com o que vem sendo planejado pelo Governo Federal, é essencial para que o nosso estado se mantenha competitivo”, afirmou o governador.

Para Berti o Estado de SC deve priorizar os terminais de regaseificação no litoral do Estado. “Essas instalações permitirão maior oferta da molécula do gás natural. Havendo pluralidade de fornecedores, o preço tende a baixar. Por outro lado, daria segurança para a indústria catarinense, uma vez que não faltaria nem o gás natural, nem a energia elétrica – esta suprida a partir das térmicas que poderiam vencer os leilões promovidos pelo Governo Federal”, analisa.

O presidente da SC Gás também relembrou na reunião que o Estado já possui a tarifa mais barata do Brasil e que 85% do custo é referente à molécula, de responsabilidade federal, e se comprometeu a analisar opções para a redução dos 15% que cabem à companhia.

Fonte: Assessoria de imprensa APESC

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