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ENGIE continua seu plano de expansão de energia renovável

O Conjunto Eólico Campo Largo 2, construído pela ENGIE nos municípios de Umburanas e Sento Sé, na Bahia, recebeu a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para início da operação comercial de seu primeiro parque eólico. Após um período de testes, que comprovaram o bom funcionamento dos equipamentos e a segurança da operação, os primeiros aerogeradores passaram a alimentar o Sistema Interligado Nacional (SIN).

 

Com investimento de R$ 1,6 bilhão, o Conjunto é formado por 86 aerogeradores e possui capacidade total instalada de 361,2 MW. Esse montante, quando estiver operando a plena carga, fará com que a ENGIE totalize 1.262,8 MW de capacidade instalada em energia eólica, fonte limpa e renovável – que hoje já corresponde a cerca de 90% do total da capacidade instalada da empresa no Brasil. A implantação de Campo Largo 2 foi viabilizada através de mais de 100 contratos de energia com consumidores livres de energia.


“Campo Largo 2 representa a nossa consolidação em geração eólica. Ultrapassamos 1GW em capacidade instalada o que reforça a vocação do Brasil para a energia limpa e renovável e para uma economia neutra em carbono. Além disso, disponibilizamos mais energia ao consumidor livre que pode realizar uma contratação de carga sob medida e obter uma redução significativa nos custos com energia elétrica, otimizando o crescimento de seu negócio”, Eduardo Sattamini, diretor-presidente da ENGIE Brasil Energia.

 

Em 15 de janeiro, a ENGIE anunciou o início da implantação do Conjunto Eólico Santo Agostinho, localizado nos municípios de Lajes e Pedro Avelino, a 120 km de Natal, no Rio Grande do Norte, também viabilizado por meio da assinatura dos contratos de fornecimento de energia para consumidores livres. As obras civis devem ser iniciadas em junho de 2021 e o investimento previsto é da ordem de R$ 2,2 bilhões.

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