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CPFL irá investir R$ 242 milhões em linhas de transmissão na região Oeste do Estado

Uma das economias mais fortes de Santa Catarina, que responde por 17% do PIB catarinense, o Oeste do Estado, receberá um reforço em suas linhas de transmissão. Para garantir o atendimento ao maior complexo agroindustrial de aves e suínos do país, região com mais de 1,2 milhão de habitantes, a CPFL Energia investirá cerca de R$ 242 milhões em Linhas de Transmissão de 160 quilômetros de extensão.

As obras devem começar ainda neste semestre, segundo informou a assessoria de imprensa da empresa. A estimativa é de que a implantação gere cerca de 750 empregos diretos e 1,5 mil empregos indiretos, além do aumento na geração de impostos.

 

A CPFL, umas das maiores Companhias de Energia da América Latina, faz parte da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (APESC), desde o ano passado. Segundo o vice-presidente da entidade, Woimer José Back, o investimento representa muito mais do que geração de emprego, tão importante neste momento que o mundo vive com a pandemia, significa atrair mais empresas para região. “Desde de que a CPFL chegou a associação, e decidiu investir no Sul do Brasil, principalmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, não medimos esforços para a empresa obter as licenças necessárias e começar a obra. Afinal, isso garante segurança para quem quer empreender no Oeste catarinense, que sofre com instabilidade elétrica nos municípios e fortalece a cadeia produtiva animal da região”, explica Back.

 

Em fevereiro deste ano, a Companhia obteve a Licença Ambiental de Instalação (LAI) emitida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA-SC) para o início das obras da LT 230 kV – Itá a Pinhalzinho 2 e LT 230 kV – Itá a Xanxerê e ampliação das subestações Pinhalzinho 2 e Xanxerê. A concessão para a realização das obras foi adquirida pela empresa durante o arremate do Lote 5, em leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de 2018. As obras, que abrangem 11 municípios, devem estar concluídas em março de 2024, ou seja, 60 meses após a assinatura do Contrato de Concessão (22 de março de 2019).

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