Energia limpa é um dos temas da COP26, em Glasgow - APESC | Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina
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Energia limpa é um dos temas da COP26, em Glasgow

A 26ª Conferência das Nações Unidas para a Mudança do Clima (COP26) reúne líderes de 196 países em Glasgow, na Escócia, até 12 de novembro para discutir avanços no enfrentamento do aquecimento global. A COP é um evento anual que faz parte da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas e que ocorre desde março de 1994.

 

Neste ano, os líderes mundiais irão avaliar o que foi feito desde o Acordo de Paris, marco nas negociações sobre o clima e assinado por quase 200 países, na COP21, em 2015, com o objetivo de evitar a mudança climática catastrófica do planeta. Desde então, a comunidade internacional espera uma atualização dos compromissos.

 

Na semana que antecedeu o evento, a Agência Internacional de Energia (AIE) divulgou um relatório com 12 recomendações para a transição a uma matriz baseada em fontes limpas. As sugestões foram elaboradas por uma comissão formada por líderes nacionais, ministros e representantes da sociedade civil. Segundo a entidade, o objetivo é apresentar um conjunto de diretrizes que ajude os países a reorientarem a economia para a transição energética.

 

“Há muitos anos a energia limpa tem sido um dos principais tópicos de discussão durante a conferência. Embora com certo atraso em comparação com outros países, o Brasil vem avançando no tema e o debate é importante para reforçar o quanto este mercado ainda precisa crescer”, destacou o presidente da Associação dos Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc), Gerson Berti.

Entre as recomendações da AIE, há a priorização ao acesso universal a energia limpa e a eliminação da pobreza energética; melhoria da a segurança, acessibilidade e resiliência energética; e o investimento em políticas públicas efetivas, com parceria de entidades internacionais.

 

Em setembro, a AIE já havia divulgado um relatório que diz que “o progresso da energia limpa ainda é muito lento para colocar as emissões globais em declínio sustentado”. De acordo com responsáveis pelo levantamento, investimentos em projetos de energia limpa e infraestrutura precisam “triplicar na próxima década” para manter a meta.

 

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